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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

TONY CURTIS,O MOCINHO BONITO

TONY CURTIS, O MOCINHO BONITO


Os marcantes olhos azuis fizeram a diferença;tiraram aquele rapaz do anonimato e de uma vida difícil,marcada por doenças e pobreza.

Sua família embarcou na Hungria para “fazer a América”,radicando-se em Nova York,para ser mais precisa no Bronx, nos anos trinta.

Seu pai era alfaiate e a família,ele , a mãe e mais dois irmãos moravam no fundo da alfaiataria.Devido à esquizofrenia da mãe e de um dos seus irmãos ,Tony e outro irmão foram parar num orfanato.

Tony,serviu a Marinha e participou da rendição japonesa em 1945.

De volta aos Estados Unidos estudou teatro e sua bela aparência chamou a atenção dos olheiros da Universal que lhe pagou aulas de esgrima e montaria e mudou seu nome verdadeiro,Bernard Schrwatz para Tony Curtis.

"Quanto mais quente,melhor"




Seu talento foi provado nos filmes” A Embriaguez do Sucesso”,com o ícone Burt Lancaster e Acorrentados,com Sidney Poitier que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, Spartacus,com Kirk Douglas ,além do clássico “Quanto mais quente melhor” com Marilyn Monroe,para mim uma das mais importantes comédias do século passado.

Nos anos 80 ,Tony revelou mais uma faceta do seu talento;tornou-se pintor e teve seus quadros expostos e vendidos no Metropolitan Museum de Nova York.

Entre muitas honrarias conquistou uma estrela na Calçada da Fama.

Agora, mulheres bonitas conquistou muitas.Também,com aqueles olhos...

Casou-se seis vezes. Com a atriz Janet Leigh,com quem teve duas filhas,uma delas, Jamie Lee Curtis,também atriz;com a bela Christine Kaufmann com quem também teve duas filhas;com Leslie Allen teve dois filhos,um deles morreu de overdose de heroína,um dos fatos mais tristes da sua vida.

Com Janet Leigh e filhos
Sua última esposa ,Jill Vandenbergh era 42 anos mais moça do que ele.

Morreu ontem,30 de setembro,aos 85 anos.

Para nós,da geração dos fifties,Tony Curtis é inesquecível.



quarta-feira, 30 de junho de 2010

CONVITE AOS AMANTES DA LEITURA

Cais do porto
Terreiro de Jesus



O livro





O escritor Xavier de Maistre é o pai do livro “Viagem à roda do meu quarto”.

Para pessoas que não gostam ou não podem viajar,diz ele,um livro satisfaz plenamente;e,olhe que na sua época não havia Internet.

Pensando nisto escrevi ”A Bahia de Outrora”,um livro que “abre a cortina do passado

tira a mãe preta do serrado

bota o rei negro no congado,

como queria Ari Barroso.O livro é uma viagem pela Bahia Antiga,mas,com ligeiras alterações conta o passado do Brasil,suas raízes,tradições e costumes.

Fala das sinhazinhas e das mães pretas que as amamentaram, fala de enterros e viagens,de festas e costumes,das modinhas e das serenatas.

Não esquece os presépios e as procissões,os bailes e carnavais,as festas de largo e os cinemas,os namoros e casamentos.

A culinária baiana não poderia faltar nem os preceitos dos terreiros, menos ainda os banhos de cheiro e o corpo fechado.

Você sabe o que acontece se cai sal no chão? Mulher grávida deve comer farinha nova?

E o defunto,se enterra com os pés prá fora da casa?

O livro é importante para estudantes medianos ou universitários, para gente ligada ao turismo e,principalmente,para professores e Universidades.Depois de uma consulta prévia o enviei para as Universidades de Harvard e Coimbra que de bom grado o aceitaram.

Apesar de ser um livro focado na história,seus textos são curtos,concisos e bem humorados.

Para pedir o livro que, por enquanto, não vou pôr em livrarias, é fácil.

Peça pelo e-mail: miriamdesales@gmail.com e enviarei instruções para pagamento.O valor de $20.00 não é alto dada à qualidade da edição e conteúdo.

Após o lançamento oficial dia 18 de julho quando estará nas livrarias possivelmente não poderei garantir este preço.

Sinceramente, gostaria que cada leitor pudesse ter este livro;fosse eu rica,não o venderia,distribuiria à mancheias para todos.

Agradeço aos meus editores Via Litterarum que me mostrou como editoras sérias trabalham; à Fundação Pedro Calmon pela força que me deu ao apresentar o livro para projetos governamentais; para o amigo virtual José Carlos Daltozo,de Martinópolis,oferecendo-me oferecendo-me os postais antigos sobre a Bahia que ilustram a capa e o miolo do livro tirados da sua enorme coleção particular e ao amigo virtual e mestre de Informática, Júlio Araújo,cujas dicas sensacionais muito me ajudaram na divulgação do mesmo.

E agradeço principalmente a você,leitor,que prestigiou o meu trabalho de três anos,levando o livro para casa.

Boa diversão!

segunda-feira, 29 de março de 2010

PARABÉNS PARA UMA VELHA SENHORA

PELOURINHO,PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE

Salvador faz hoje 461 anos. Nossa bela capital,apesar da idade,está cada dia mais nova e saudável.Apesar do seu lado austero,cheia de monumentos centenários e 365 igrejas,como diziam os antigos(nunca contei,mas,sei que são inúmeras,vetustas e,quase todas muito ricas),uma nova cidade começa a surgir,com bairros urbanizados e elegantes,largas avenidas,hotéis luxuosos e condomínios maravilhosos cercando suas praias.A cidade enfrenta ainda,muitos problemas,comuns aos grandes centros urbanos do país:segurança,saúde,educação,transporte;mas,aos poucos e com paciência(uma virtude dos baianos)tudo vai sendo resolvido a contento e podemos receber bem,com o jeitinho baiano tão cantado em prosa e verso,os turistas que nos visitam.
Não sei se o brasileiro é “o homem cordial”, de que nos fala Buarque de Holanda,no seu “Raízes do Brasil”;mas,sei que o baiano é cordial,amistoso,alegre,companheiro e sempre pronto a receber bem quem nos visita.

Nossas portas estão sempre abertas e sempre cabe mais um nos nossos corações.
A cidade que hoje aniversaria foi saudada pelo sol e seus raios de luz e calor envolveram todos os seus filhos; o mar trouxe uma brisa fresca e as árvores pareciam sorrir. Afinal, é festa na Bahia!

Mas,me diga,ioiô,quando é que não é?
À tarde, na Praça Tomé de Souza ,teremos um bolo monumental para saudar a “menina”,logo depois de um ato ecumênico com a participação do Coral da Cidade;mais tarde,samba e alegria não vai faltar.
Hoje também, fazem 501 anos da chegada do primeiro europeu a viver na cidade,Diogo Álvares Correia,o Caramurú,que casando-se com a filha do cacique Taparica,a bela Catarina Paraguaçú,deu origem á miscigenação entre as raças brasileiras,que fizeram deste país uma ilha de paz e concórdia,graças ao entendimento entre raças diferentes.
Para celebrar esta alegria, termino com os belos versos finais do poeta Martins D’Alvarez sobre a Bahia:
Bahia, filha de um sonho
Que teve Nosso Senhor,
Depois fazer o universo,
No dia que descansou;
E, que depois de criada
Agradou tanto ao Criador
Que este de uma só penada
-com letra bem caprichada-
escreveu sobre a fachada
“Terra de São Salvador!”